ATM | Associação de Investidores

  • Increase font size
  • Default font size
  • Decrease font size
Bem vindo à ATM

ATM. Decisão da CMVM sobre OPA de Isabel dos Santos "não surprendeu"

"É uma decisão esperada. Não surpreende. Aliás se tivesse surpreendido é que seria preocupante".

É desta forma que Octávio Viana, presidente da Associação de Investidores e Analistas Técnicos do Mercado de Capitais (ATM), reage à posição da CMVM de que Isabel dos Santos terá de aumentar o valor da OPA à PT SGPS, atualmente nos 1,35 euros por ação, para obter o pedido de derrogação de uma OPA obrigatória, uma das condições para que oferta chegue ao mercado.

Leia mais aqui: ATM. "Não acredito que CMVM aceite registo se Isabel dos Santos mantiver derrogação de OPA obrigatória"

A ATM há muito alertava que o preço oferecido pela empresária aos acionistas das PT SGPS não cumpria os critérios para que a derrogação da OPA fosse concedida. "Agora Isabel tem três hipóteses: ou retira a OPA, ou sobe o preço ou deixar cair o pedido de derrogação de OPA",diz Octávio Viana, considerando que se optar por esta última hipótese a empresária angolana corre o risco dos acionistas esperarem pelo lançamento da oferta subsequente, com um melhor preço, e a OPA acabar por não alcançar o valor mínimo de 50,01% colocado como uma das condições de sucesso da oferta.

"O que faz sentido, o mais sensato, é que Isabel dos Sants suba o preço da oferta, forma de demonstrar que esta é uma oferta séria, de respeito pelo mercado e pelos acionistas", diz Octávio Viana. Subir o preço da oferta "esvaziaria parte dos argumentos do conselho de administração da PT SGPS", continua.

A PT SGPS considerou que o preço oferecido pela empresária não era reflectia o valor justo da empresa.

Subir o preço, considera Octávio Viana, poderia levar acionistas como o Novo Banco (12,6%) ou o do Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social (2,28%) reconsideram posição.

Read more...
 

ATM escreve à CMVM sobre direito de alienação potestativa na Espírito Santo Saúde

O presidente da ATM - Associação de Investidores e Analistas Técnicos do Mercado de Capitais, o Senhor Dr. Octávio Viana, escreve ao presidente da CMVM - Comissão de Mercado de Valores Mobiliários, o Senhor Dr. Carlos Tavares, a solicitar "o acto excepcional de publicar um esclarecimento sobre o direito de alienação potestativa no caso da ES [Espírito Santo Saúde - SGPS, S.A.], em particular o que toca ao universo de accionistas que podem usar desse direito, a exemplo das FAQ que normalmente a CMVM costuma publicar em situações semelhantes".

O pedido de publicação de esclarecimentos relacionados com o direito da alienação potestativa no caso da ES, é fundamentado com a necessidade de "restabelecer [a] confiança perdida" no mercado de valores mobiliários face aos acontecimentos recentes na bolsa de valores portuguesa e na necessidade de "uma excepcional atenção e intervenção [da CMVM] em casos em que participantes mais qualificados actuam de forma desonesta com o intuito de se aproveitaram da falta de qualificação e conhecimento dos pequenos investidores".

Isto porque, é conhecimento da ATM que a "Fidelidade – Companhia de Seguros, S.A. (doravante apenas Fidelidade) têm estado a recusar o direito de alienação potestativa aos accionistas detentores de acções remanescentes da Espírito Santo Saúde – SGPS, S.A., alegando que as acções detidas pelos mesmos não seriam classificadas como acções remanescentes para o efeito previsto no artigo 196.º, n.º 1, do Código de Valores Mobiliários (CódVM), por terem sido adquiridas depois do apuramento dos resultados da Oferta Pública de Aquisição (OPA)".

Read more...
 

Alienação potestativa das acções da Espírito Santos Saúde recusada pela Oferente a accionistas que tenham adquirido as mesmas depois da OPA

A ATM - Associação de Investidores e Analistas Técnicos do Mercado de Capitais esta analisar a queixa de vários accionistas da Espírito Santo Saúde - S.G.P.S., S.A. (ISIN PTEPT0AM0005) a quem a Fidelidade Companhia de Seguros, S.A. ("Fidelidade") tem recusado o convite escrito para que lhes seja feito uma proposta de aquisição das suas acções, por se tratarem de accionistas que adquiriram as referidas acções depois de encerrada a Oferta Pública de Aquisição (OPA).

A Fidelidade considera que o mecanismo previsto no artigo 196.º do CodVM não é aplicável, uma vez que não estamos perante acções remanescentes da OPA; argumento que na nossa opinião é absolutamente absurdo.

Sem prejuízo de mais esclarecimentos em próxima comunicação, pode-se desde já dizer que se tivéssemos de acolher a quixotesca interpretação da Fidelidade relativamente a este assunto, então também as acções adquiridas depois da OPA não podiam ser objectivo de aquisição potestativa nos termos do artigo 194.º do CodVM, o que inviabilizaria o objecto de todas essas ofertas. Ora, a nossa bolsa de valores tem um histórico bastante preenchido de aquisições potestativas, em que o tema agora levantado pela Fidelidade nunca foi discussão.

A ATM esta a preparar a argumentação jurídica sobre esta questão, que publicará logo que possível neste local.

Os accionistas detentores das ditas acções, deverão procurar tomar as suas decisões da forma mais informada possível e conscientes do riscos económico-jurídico que se revestem, devendo, em caso de dúvidas, contactar o regulador.

Relembre-se que a aquisição e alienação potestativa deve ser requerida nos três meses subsequentes ao apuramento dos resultados da OPA, conforme artigo 194.º, n.º1 de 196.º n.º1 do CodVM. 

Read more...
 

LOGIN DE SÓCIO

MERCADOS

DIFUSÃO DE INFORMAÇÃO


RSS
YouTube
Junte-se ao nosso grupo
Junte-se à nossa rede
Siga-nos
{alt}