A associação que representa accionistas minoritários defende que os pequenos accionistas que permanecem na Brisa estão a ser “encostados à parede” e a serem “espremidos do seu aforro”.
A associação de investidores e analistas técnicos do mercado de capitais, ATM, considera que o processo de perda de qualidade de sociedade da Brisa obriga a uma “venda forçada” por um “preço irrisório e inaceitável”.
Num comunicado disponível no seu site, a ATM sublinha que os “pequenos accionistas que ainda permanecem na Brisa são ainda encostados à parede e espremidos do seu aforro”.
A concessionária de auto-estradas vai deixar de estar cotada na Bolsa de Lisboa no final da sessão de amanhã, 10 de Março, sendo que o processo para a venda dos títulos dos minoritários começa no dia seguinte, prolongando-se até 13 de Maio. Nesse período, os accionistas que pretendam vender as acções da Brisa irão receber uma contrapartida de 2,22 euros, depois de a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) ter obrigado a Tagus a rever este valor.







