ATM | Associação de Investidores

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Comunicados

Este espaço, reservado a Comunicados, tem por objectivo estreitar o relacionamento entre a Associação, os seus Associados e o Mercado em geral, criando uma plataforma quer permita o desenvolvimento de uma comunicação próxima, rápida, organizada, pesquisável e adaptada às características e necessidades específicas de cada Utente.

O conjunto da informação disponibiliza nesta secção de comunicados procura proporcionar um melhor esclarecimento e informação relativa ao funcionamento da Associação, nomeadamente sobre as suas actividades, intervenções, desafios, objectivos e, assim, reforçar a ligação com os seus Associados e com o Mercado em Geral.

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ATM considera preço para saída de bolsa da Brisa “irrisório e inaceitável”

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A associação que representa accionistas minoritários defende que os pequenos accionistas que permanecem na Brisa estão a ser “encostados à parede” e a serem “espremidos do seu aforro”.

A associação de investidores e analistas técnicos do mercado de capitais, ATM, considera que o processo de perda de qualidade de sociedade da Brisa obriga a uma “venda forçada” por um “preço irrisório e inaceitável”.

Num comunicado disponível no seu site, a ATM sublinha que os “pequenos accionistas que ainda permanecem na Brisa são ainda encostados à parede e espremidos do seu aforro”.

A concessionária de auto-estradas vai deixar de estar cotada na Bolsa de Lisboa no final da sessão de amanhã, 10 de Março, sendo que o processo para a venda dos títulos dos minoritários começa no dia seguinte, prolongando-se até 13 de Maio. Nesse período, os accionistas que pretendam vender as acções da Brisa irão receber uma contrapartida de 2,22 euros, depois de a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) ter obrigado a Tagus a rever este valor.

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Comunicado Público nr 19 - DIR-CP-2013.01 - Perda de Qualidade Aberta da Brisa

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A viabilização da perda de qualidade de Sociedade Aberta da Brisa, mediante a contrapartida de €2.22 por ação, pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) afigura-se uma clara violação da legalidade estabelecida, pois viabiliza a operação de uma forma que não está prevista no Código de Valores Mobiliários (CódVM).

A compra de ações próprias pela Brisa quando a Sociedade já era dominada pela Tagus resultou no esvaziamento matemático do funcionamento do art.º 490.º do Código das Sociedades Comerciais (CSC), que permite a alienação potestativa impondo ao Oferente a aquisição das ações remanescentes, caso seja declarada a perda da qualidade de Sociedade Aberta. Para que esse artigo pudesse ser aplicado perante a perda dessa qualidade, o Oferente teria de passar a deter pelo menos 90% do capital social. Na prática antes disso passa a operar o art.º 194º do CódVM subalternizando os acionistas remanescentes. Dito de outra forma, a aquisição de ações próprias pela Brisa a um preço médio muito superior ao da contrapartida da OPA e do agora oferecido permitiu à Tagus na prática a evasão ao art.º 490.º do CSC e, inclusivamente, aumentar a probabilidade de insucesso de operar o art.º 196.º do CódVM, devido à resultante redução do número de ações objeto de Oferta.

Last Updated on Tuesday, 09 April 2013 00:06 Read more...
 

Investidores acusam Cimpor de ajuda ilegal ao maior accionista

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Associação de Investidores e Analistas Técnicos do Mercado de Capitais denunciou no Parlamento alegada «assistência financeira ilegal» à InterCement e «desvalorização» da Cimpor, na sequência da OPA.

Os pequenos accionistas da Cimpor acusam a gestão da cimenteira de estar a «desmantelar a empresa», através da «transferência do seu valor para o accionista maioritário, a InterCement». A subsidiária do grupo brasileiro Camargo Corrêa Cimentos é hoje dona de 94,1% da Cimpor, depois da oferta pública de aquisição (OPA) concretizada em Junho do ano passado.

«A Cimpor está a prestar de forma ilegal assistência financeira à InterCement e a trocar os bons activos que detinha por outros que são simplesmente lixo, tudo isto à custa dos pequenos accionistas e demais stakeholders», pode ler-se numa carta enviada à Comissão Parlamentar de Economia e Obras Públicas, pela Associação de Investidores e Analistas Técnicos do Mercado de Capitais (ATM).

Last Updated on Sunday, 07 April 2013 23:59 Read more...
 

CMVM analisa troca de activos da Cimpor

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A Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) está a analisar se estão a ser cumpridas as condições impostas para que se concretizasse a troca de activos da Cimpor, na sequência da oferta pública de aquisição (OPA). Esta será a última fase do processo iniciado com a operação lançada há um ano.

"A CMVM desenvolveu diversas diligências sobre numerosos assuntos relevantes, incluindo a dívida assumida pela Cimpor em virtude da incorporação de empresas que estavam no universo da Intercement", respondeu fonte oficial do supervisor em questões colocadas pelo Negócios. 

Nesses processos estão incluídos, segundo a mesma fonte, "análises dos relatórios de avaliação dos bancos de investimento, pedidos de informação e esclarecimentos complementares e reuniões com membros do conselho de administração da Cimpor".

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